Auxílio Emergencial 2021 está mais próximo; entenda

Em uma reunião feita na última sexta feira, dia 12 de fevereiro, durante um almoço em que participaram o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, o presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Congresso, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e o atual ministro da economia, Paulo Guedes, foi autorizada a inclusão da clausula de calamidade pública na Pec (Proposta de Emenda Constitucional), desde que, o benefício seja liberado para a população de acordo com as propostas apresentadas pelo Governo Federal e pelo Ministério da Economia, de Guedes.

O benefício deverá ser estendido de março até junho, por mais 4 meses e deverá disponibilizar aos cidadãos as parcelas de até R$ 250. De acordo com os cálculos apresentados na proposta de Guedes, a prorrogação do auxílio emergencial deverá custar aos cofres da união cerca de R$ 30 bilhões.

Desde que o presidente Jair Bolsonaro fez declarações quanto a necessidade da liberação do auxílio emergencial, a principal preocupação era quando a origem do dinheiro para cobrir esses gastos, sendo assim, era impreterível que houvesse essa aprovação das medidas de austeridade fiscal, já que essa razão era o principal impeditivo que Paulo Guedes apresentou para a não prorrogação do auxílio emergencial.

“Avançamos bastante. Compromisso com a saúde, vacinação em massa e auxílio emergencial e compromisso com a responsabilidade fiscal. Extraordinariamente construtivo. Estamos todos na mesma luta: auxílio, vacina em massa, e reformas, principalmente o marco fiscal”, declarou Guedes ao final do almoço.

O que é a clausula de calamidade pública

Para que se possa designar recursos financeiros como medida emergencial, é necessário que seja anexada a constituição a cláusula de calamidade pública, onde o principal objetivo é abster e desamarrar o governo federal quanto a responsabilidade no que se refere ao cumprimento da regra do teto de gastos, que restringe os gastos da União ao orçamento do ano precedente, corrigido somente pela variação correspondente à inflação.

O presidente do Senado disse que existe uma preocupação prioritária quanto a vacinação em massa e a manutenção de vida da população vulnerável: “É fundamental que haja cláusula de calamidade pública para que possamos fazer a flexibilização necessária para o auxílio. A prioridade absoluta é a vacina e o auxílio emergencial, e só deixarão de ser prioridade quando a pandemia acabar. A expectativa é que tenhamos [parcelas do auxílio emergencial] em março, abril, maio e eventualmente junho”, afirmou.

Além disso, Rodrigo Pacheco ainda afirmou que as equipes parlamentares trabalharão no período do Carnaval a fim de que, na quinta-feira, 18, o tema da proposta seja submetido ao colégio de líderes, formado por equipes que representam a maioria e a minoria. O Governo prevê que o auxílio emergencial possa retornar imediatamente, sendo que deverá começar a ser pago a partir de março.

Valor de R$ 250 para o auxílio

Paulo Guedes declarou na quinta-feira, 11, que o governo federal possui dinheiro para custear uma nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial, no entanto, o ministro exigiu que, em troca da prorrogação do benefício, seja ainda aprovada a nova PEC de Guerra pelo Congresso.

O ministro de Bolsonaro ainda disse em uma conversa com o ex-secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que o novo valor do benefício poderá chegar até R$ 250, e que deverá abranger a população de modo de possam ter suporte e manutenção, “enquanto as camadas protetivas [de pagamento do benefício], que eram 600 reais, caíram pra 300 reais, agora podem descer para 250 ou algo do tipo, e depois aterrissa de novo no Bolsa Família e outro programas que estamos fazendo, como a Carteira Verde e Amarela”,

A nova proposta deve incluir essa dita cláusula que coloca o país novamente em estado de calamidade pública, visando garantir financeiramente o corte de gastos, na hipótese de que haja o agravamento da pandemia do novo coronavírus. “Não vai faltar dinheiro para o auxílio emergencial, nós temos esse dinheiro. Mas precisamos de uma PEC de Guerra que nos autorize primeiro e, segundo, precisa estar embutido em um compromisso de responsabilidade fiscal”.

Cartão de Crédito Sem Anuidade

Muitos trabalhadores estão procurando cortar gastos. E uma das formas de economizar é utilizar um cartão de crédito fornecido por algum banco que não cobre taxa mensal para uso. Veja uma sugestão abaixo:

Santander Free

Acumulando R$100 em compras com o Cartão Free Santander na função crédito em cada fatura, você fica livre da anuidade. Saiba quais são os benefícios desse cartão:

  • Cartão Internacional: O cartão Santander, graças à sua bandeira Mastercard® é aceito na maioria das maquininhas pelo mundo e em compras online.
  • Programa Esfera: Ganhe 1 ponto Esfera a cada R$ 5,00 gastos no cartão. Troque seus pontos por descontos especiais em shopping, restaurantes, viagens e muito mais.
  • Cartões Adicionais Grátis: Você pode solicitar até 5 cartões extras, com limite do cartão titular compartilhado com os demais.
  • Cartão sem conta no Banco: Para você que não é correntista do Santander, saiba que é possível solicitar um cartão. Ah, e se ficou interessado, basta clicar aqui para pedir o seu.

Ficou interessado? Leia mais sobre o Cartão Santander Free.

0 comments… add one

Leave a Comment

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.