Quando começa o saque do FGTS em 2021?

Em 2020, uma das medidas de auxílio econômico para a pandemia foi a liberação do saque emergencial do FGTS.

Dessa forma, todos os trabalhadores que possuíam saldo, em contas ativas ou inativas, puderam sacar o valor de até um salário mínimo.

No entanto, por causa do prolongamento da crise econômica e sanitária causada pela pandemia, o saque emergencial do FGTS 2021 vem sendo discutido.

Saque emergencial do FGTS 2021 ainda está em discussão

Muito embora seja uma medida que aquece a economia, o saque emergencial do FGTS 2021 ainda é uma medida em discussão.

Os saques aconteceriam entre 29 de junho e 31 de dezembro, visando atender mais de 60 milhões de trabalhadores que possuem saldo passível de ser sacado.

Dessa forma, todos os trabalhadores que não são elegíveis para o auxílio emergencial, poderiam receber uma quantia de até R$ 1.100, para reorganizar as contas pessoais, o que é bastante benéfico também, para aquecer a economia, uma vez que as pessoas sacando esse valor tendem a gastar o dinheiro no comércio.

Assim, faz-se com que emprego e renda sejam gerados, graças ao ciclo natural de aumento na procura por produtos dos mais variados tipos. Acredita-se que ao disponibilizar dinheiro para a população faz-se com que naturalmente o comércio seja aquecido, desde a escala local até a nacional.

Como seria o pagamento emergencial do FGTS 2021?

Em caso de aprovação, a liberação de saques emergenciais ao FGTS 2021, seria no valor de até R$1.100 por pessoa.

Não seria necessário realizar nenhum cadastro prévio, sendo preciso apenas ter a quantia disponível em sua conta do fundo.

Cabe ao beneficiário optar pelo saque ou não, analisando o custo benefício de sal opção. Afinal, quem saca o benefício acaba minimizando a possibilidade de usar o FGTS para outras finalidades.

Uma vez que reduz a disponibilidade financeira em sua conta. Quem planeja, por exemplo, usar o FGTS para comprar o imóvel próprio, deve analisar se de fato é uma boa opção sacar dinheiro.

Aqueles profissionais que estão sob o risco de serem demitidos por instabilidade na empresa, devem analisar a viabilidade do saque, tendo em vista que, em caso de demissão o funcionário recebe 40% sobre o saldo total disponível em seu FGTS. Portanto, nesse cenário vale a pena ter a maior quantia possível.

Analisar a necessidade de sacar o FGTS é importante, para evitar arrependimentos posteriores, obviamente, caso o benefício seja liberado em 2021.

Como solicitar o saque caso esteja disponível esse ano?

Caso o benefício seja liberado, os trabalhadores com contas ativas ou inativas poderão receber o FGTS.

O processo será exatamente como no ano de 2020, basta acessar o aplicativo do FGTS, acessar sua conta e em seguida clicar em “saque emergencial FGTS”, posteriormente clique em “solicitar saque”.

Acredita-se que o valor será disponibilizado tal qual ocorreu no ano passado, com disponibilização escalonada dos saques, de acordo com a data de aniversário do contribuinte.

O calendário de saque escalonado visa evitar aglomerações em agências da Caixa e demais bancos, uma vez que, o cenário de pandemia ainda é uma preocupação sanitária, e o ideal é evitar todo tipo de aglomeração possível.

Todos possuem direito ao saque emergencial do FGTS 2021?

Todo contribuinte que tenha saldo em conta do FGTS terá direito a realizar o saque emergencial caso queira.

Obviamente, a medida precisa passar por aprovação do Governo e tem sido muito esperada por todos os trabalhadores.

Afinal, muitos tiveram a renda diminuída por causa da pandemia e aguardam medidas que auxiliem a recuperar a questão financeira.

Aqueles que não possuem direito ao auxílio emergencial são diretamente beneficiados pelo saque emergencial do FGTS.

Portanto, é útil que o valor seja liberado, para que aproximadamente 60 milhões de trabalhadores possam ser beneficiados, de modo que, o dinheiro seja injetado na economia, gerando emprego e renda e todo o país.

Por estes motivos, a medida continua sendo muito aguardada por milhares de brasileiros, que deverão aguardar até junho, quando o Governo deverá se posicionar sobre a liberação, de acordo com a situação econômica e a análise do cenário de pandemia, uma vez que, outras medidas financeiras estão sendo adotadas no momento para minimizar a crise trazida pela pandemia.

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