Crack epidemia que se alastra e destrói vidas

Crack epidemia que se alastra e destrói vidas
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Crack epidemia que se alastra e destrói vidas, pois o Brasil vive atualmente uma epidemia de consumo dessa droga que é derivada da cocaína. A partir dos anos 1990, o número de usuários cresce cada vez mais; e atinge aproximadamente mais de um milhão de brasileiros.

Partimos de um cenário onde se relatava um problema potencial para chegar ao ponto onde estamos; onde jovens dependentes perambulam esquálidos pelas ruas de nossas cidades.

Propagação do crack

O uso das folhas de coca como tóxico data de aproximadamente três mil anos. O crack, é uma forma cristalizada da cocaína; que foi criado durante o boom da cocaína na década de 1970; e seu uso expandiu-se em meados da década de 1980.

O maior impulso no uso da droga ocorreu durante a “epidemia do crack” entre 1984 e 1990, quando ela se espalhou pelas cidades americanas e foi se propagando por outras cidades e países.

Crack epidemia que se alastra e destrói vidas

Atualmente, o Brasil é o segundo maior consumidor de crack, que é um derivado mais barato da cocaína, onde, por meio de adição de uma base forte à cocaína não purificada; obtém-se um extrato oleoso que, após secagem, pode ser cortado em pedaços que são chamados de “pedras”.

Devido às suas características físicas, as pedras podem ser queimadas em cachimbos improvisados e o produto após sua queima é inalado e atinge os pulmões rapidamente.

O crack devido à sua grande superfície e alta capacidade de difusão, faz com que a ele seja absorvido com grande eficiência; permitindo que os efeitos estimulantes da droga sejam rápidos e intensos.

Das diversas variantes do uso de cocaína, a inalação do crack é a que mais induz à dependência e de forma rápida. Por outro lado, o baixo custo de produção faz com que o crack seja acessível a muitos, definindo então o perfil típico do usuário, que são jovens das classes menos favorecidas; que tomam contato com a droga no início da adolescência.

Efeitos do crack no organismo

O crack possui efeitos estimulantes intensos e promove contração dos vasos sanguíneos, que, a longo prazo; causam fibrose cardíaca, que é o estreitamento não reversível das artérias coronárias e de ramos arteriais intracerebrais.

Os jovens perdem função cardíaca e neurônios de forma irreversível; elevando o risco de morte por arritmias ou infarto do miocárdio; além de alterações cognitivas e comportamentais permanentes.

A alteração do estado de consciência promovida pela droga facilita em muito as doenças transmitidas sexualmente tais como a Aids, sífilis, gonorreia, hepatites virais, por exemplo. Os “bebês do crack” sofrerão as consequências cardíacas e cerebrais em maior intensidade; fruto da exposição transplacentária durante o desenvolvimento fetal.

É uma epidemia que se alastra, provocando deterioração física e mental de jovens; com um nível de dependência que faz com que as taxas de recuperação pós-tratamento sejam ainda muito decepcionantes.

Os jovens, ao se tornarem dependentes, perdem os seus lares e ganham as ruas, tornando-se vítimas preferenciais da violência urbana.

O problema é complexo e de difícil solução, uma vez que demanda a conjunção e; principalmente, a integração de diferentes áreas do conhecimento, das famílias e envolvimento do estado com diversas políticas públicas.

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