(Unifunec/2019) Precisamos reconhecer os preconceitos que temos para podermos questionar o porquê de eles estarem impregnados em nós e, assim, começarmos a combatê-los. Sim, há preconceito em Portugal, sem sombra de dúvidas. Assim como há preconceito no Brasil. Pergunte a um boliviano, venezuelano ou haitiano se eles se sentem docemente acolhidos por toda a população brasileira. Tenho certeza de que não. Assim como, se perguntarmos a um português que vive na França ou na Suíça se ele se sente 100% respeitado e se é tratado da mesma forma que os locais, certamente ouviremos que não.
(Ruth Manus. http://observador.pt, 11.05.2019. Adaptado.)
O excerto caracteriza situações de
A) xenofobia, definida pela aversão ao estrangeiro.
B) racismo, associado aos ideais do neoliberalismo.
C) xenofobia, orientada por políticas separatistas.
D) racismo, pautado pela cisão Norte-Sul.
E) xenofobia, marcada pelo desrespeito à democracia.
RESOLUÇÃO:
O trecho descreve situações em que pessoas sofrem discriminação e tratamento desigual por serem estrangeiras, tanto no Brasil quanto em outros países. Esse tipo de preconceito, baseado na origem nacional ou no fato de a pessoa ser de fora, caracteriza a xenofobia — que significa justamente a aversão, medo ou hostilidade contra estrangeiros ou pessoas de outras culturas.
Resp.: A
VEJA TAMBÉM:
– Questão comentada sobre destruição de acampamentos de imigrantes, da Famerp 2019
– Resolução da questão sobre sentimentos nacionalistas e economia, da Santa Casa 2018
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