Guedes anunciou proposta de isenção de imposto de renda que passará para 2,5 mil

Paulo Guedes, ministro da Economia, anunciou hoje, dia 25 de junho, que a faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) subirá dos atuais R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil.

Guedes entregou nesta manhã ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, a proposta da segunda fase da reforma tributária. O projeto de lei trata de alterações no imposto de renda para pessoas físicas, empresas e na tributação de lucros e dividendos.

Segundo o Ministro “são 30 milhões de brasileiros assalariados que pagarão menos imposto de renda porque, pela primeira vez, estamos tributando os ganhos e rendimento de capital”.

De acordo com informações de Guedes, haverá aumento de impostos sobre rendimentos do capital, os dividendos, que são parte do lucro líquido ajustado de uma empresa dividido entre os acionistas. Com essa reformulação será possível reduzir os impostos para empresas e trabalhadores assalariados, com a mudança na faixa e isenção.

Ainda segundo Guedes “hoje, são 31 milhões de declarantes de imposto de renda, 8 milhões são isentos. Com a mudança na faixa de isenção, outros 8 milhões estarão isentos. Então, 16 milhões de brasileiros estarão isentos de imposto de renda”, explicou. No caso das empresas, segundo ele, a redução dos impostos vai permitir aumento de investimentos e geração de novos empregos.

Proposta de atualização da tabela do Imposto de Renda

Fonte Ministério da Economia

De acordo com Paulo Guedes, o aumento das isenções não causará desequilíbrio nas finanças públicas, já que elas são resultados de mudanças estruturais de controle de despesas e crescimento econômico. Segundo ele, se “Controlamos as despesas da Previdência, depois fizemos as privatizações, estamos gastando menos com os juros da dívida pública, economizamos R$ 400 milhões em quatro anos com juros, e agora vem aí a nova administração pública economizando mais de R$ 300 bilhões. Toda essa economia que estamos tendo com controle de gastos queremos transmitir à população”.

Fonte https://www.gov.br/economia/pt-br

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