Bolsa de Valores: especialistas dão dicas para investir em 2020

O Brasil já foi o reinado da renda fixa. A poupança era a prioridade na hora de poupar e investir o dinheiro de muitos. Não faz muito tempo, nossa poupança gerava rendimentos próximos dos 6% ao ano mais TR (Taxa referencial).

Mas as coisas vêm mudando bastante no Brasil de uns tempos para cá. Hoje, nós temos uma taxa de juro muito baixa, a mais baixa da história. A Selic (nossa taxa básica de juro) está em 3% ao ano, sendo que existem fortes motivos para acreditar em uma redução ainda maior da mesma.

Ou seja, ao investir em produtos de renda fixa que seguem a Selic como forma de rendimento, os investidores acabam rendendo muito pouco. Só para ter uma noção; R$ 1.000,00 investidos hoje vão render em um ano, algo equivalente a R$ 30,00. Isso, se o investidor conseguir uma aplicação que ofereça 100% da Selic como rendimento.

Observando essa remuneração baixa, muitas pessoas vêm procurando outras formas de investir os seus recursos. Uma dessas opções é meio da bolsa de valores.

Como acessar a bolsa de valores?

Para o investidor de acesso a bolsa de valores, a pessoa precisa ter uma conta em uma corretora. A corretora pode ser independente (sem conexão com um banco) ou uma corretora de banco mesmo.

As corretoras de bancos podem ser interessantes quando o assunto é praticidade. Por exemplo, ao manter uma conta corrente no Itaú, você já pode fazer o seu cadastro na corretora do banco, e assim, pode acessar a bolsa através da mesma.

Essa praticidade vai evitar a abertura de conta em outra instituição além dos envios de recursos que muitas vezes podem ser taxados (hoje um TED, dependendo do banco, pode custar até R$ 10,00).

Por outro lado, as corretoras ligadas aos bancos, geralmente possuem custos maiores que as corretoras independentes.

Os custos acabam caindo sobre taxas como a corretagem e custódia. Todos aqueles que vão investir na bolsa, comprar e vender ações, provavelmente vão se deparar com custos operacionais. Sendo que esses custos se dão por meio da corretagem e da custódia.

Corretagem

A corretagem é uma taxa cobrada sobre as vendas e compras de ações. Toda vez que o investidor faz uma operação de compra ou venda, a corretagem é cobrada do mesmo.

Boa parte das corretoras cobra de seus clientes valores equivalentes a R$ 10,00 por ordem de compra ou venda.

Vale destacar que existem algumas corretoras que já vem isentando seus clientes de tais taxas. Sendo assim, a compra de ações, ETF, fundos imobiliários e afins (ativos negociados em bolsa) ficam quase que sem custos (existem os emolumentos da própria bolsa, mas o valor é bem baixo).

Dentre as corretoras que oferecem isenção na corretagem nós temos a Clear investimentos e o Banco Inter.

Custódia

A custódia é uma taxa cobrada para aqueles investidores que mantém ações, ou qualquer outro tipo de ativo negociado em bolsa em sua carteira.

Então o investidor possui 100 ações de PETR4 em carteira, o mesmo irá pagar a custódia no mês seguinte.

E se permanecer com as ações na carteira, a custódia será cobrada nos meses seguintes. Mas, essa taxa vem caindo em desuso hoje em dia.

Boa parte das corretoras e inclusive aquelas ligadas aos bancos vem isentando seus clientes com relação à taxa de custódia.

Mas ainda sim, a corretagem é uma taxa que pode se tornar um custo elevado na hora de investir, até porque, como a corretagem é cobrada por operação, toda vez que o investidor comprar ou vender a mesma será cobrada.

Corretoras independentes

As corretoras independentes trabalham com custos menores, quando comparamos as corretoras de bancos, mas exigem que o investidor faça uma nova conta para acessá-las.

Essa história de manter duas contas, por exemplo, uma conta corrente e outra na corretora podem afastar muitas pessoas, até porque a transferência de recursos terá uma taxa, o TED.

Mas se o investidor pretende investir bastante e movimentar a sua conta com frequência, é melhor pensar.

Outra coisa, mesmo havendo a necessidade de transferir valores entre contas, bancos digitais como o Inter oferecem isenção no TED. Inclusive, o banco Inter isenta seus clientes de praticamente todas as tarifas que envolvem a bolsa de valores dentro de sua plataforma.

Começando a investir

Para iniciar nos investimentos, a pessoa precisa buscar conhecimento para ter uma “noção” básica sobre o mercado em si e os investimentos existentes.

Hoje nós temos ETF (fundos de índices), fundos imobiliários e ações como os principais, aqueles mais negociados.

Todos esses investimentos possuem seus prós e contras. O mais interessante, para aqueles que iniciam na bolsa, é procurar por investimentos que são diversificados.

Investimentos diversificados podem reduzir eventuais custos além de oferecer proteção ao investidor. Ativos que diversificados tem a tendência de sofrerem menos com a volatilidade da bolsa (o sobe e desce do mercado).

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