Auxílio Emergencial: Bolsonaro confirma data de pagamento

Na última quinta-feira, dia 25 de março de 2021, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que os pagamentos do novo Auxílio Emergencial vão começar na 1ª semana do mês de abril. Ou seja, não falta muito tempo para que os pagamentos do benefício emergencial voltem a garantir algum alívio para o bolso dos brasileiros.

Ao que tudo indica, os pagamentos completarão um ciclo de quatro meses, seguindo até o mês de julho deste ano. Somente quem já estava recebendo as parcelas do benefício em 2020 podem continuar recebendo as novas parcelas.

De acordo com o presidente, os pagamentos vão começar “no dia 4 ou no dia 5”. Apesar da fala do chefe do Poder Executivo, é certo dizer que o dia 4 de abril de 2021 é uma data pouco provável para o retorno dos pagamentos, uma vez que o dia cai em um domingo que, ao mesmo tempo, também é feriado de Páscoa. Portanto, é mais provável que os pagamentos do novo Auxílio Emergencial sejam iniciados no dia seguinte, em 5 de abril, um dia logo depois do feriado.

No total, o Governo Federal vai pagar 4 (quatro) parcelas mensais do Auxílio Emergencial nesta nova rodada de pagamentos. E os valores das parcelas, diferentemente de como aconteceu no ano passado, serão variadas. Nesse sentido, o valor das parcelas pode ser entre R$ 150 reais e R$ 375 reais, de acordo com o perfil do beneficiário. O valor médio dos novos pagamentos do benefício está por volta de R$ 250 reais.

Nas palavras do presidente: “Dia 4 ou dia 5, já começa o pagamento de mais quatro parcelas do Auxílio Emergencial”. A declaração foi dada durante a tradicional transmissão ao vivo que o presidente faz em suas redes sociais em toda noite de quinta-feira para informar os últimos passos dados pelo Governo, dentre outros assuntos.

O Congresso Nacional deu sinal verde para o Governo Federal fazer os novos pagamentos do Auxílio Emergencial neste ano de 2021. Isso se deu por conta da aprovação da PEC Emergencial pelo Poder Legislativo. Ou seja, foi a partir de uma emenda constitucional que estes novos pagamentos do benefício puderam ser liberados com certa facilidade. E logo depois, duas medidas provisórias conseguiram abrir o caminho no Orçamento Público Federal para liberar um valor de até R$ 44 bilhões de reais, que devem então ser destinados para estes pagamentos que serão iniciados no mês de abril para os brasileiros.

Presidente diz que Auxílio Emergencial é o maior programa social do mundo

Quando tocou no assunto do Auxílio Emergencial, o presidente Jair Bolsonaro voltou a fazer uma série de críticas para as políticas de isolamento social que vem sendo tomadas com o objetivo de diminuir a velocidade de contágio pelo novo vírus no país.

Nas palavras do presidente: “O Auxílio Emergencial já é o maior programa social do mundo para atender exatamente aqueles que foram atingidos por essa política do ‘fique em casa’ e ‘fecha tudo’”. Portanto, o presidente se mostrou contrário às medidas de distanciamento social que vem sendo adotadas em algumas regiões do Brasil.

Além disso, durante a sua live nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro também afirmou que o Governo Federal vai reeditar o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda, que tem o objetivo principal de compensar uma parte da perda salarial dos trabalhadores que firmaram acordos com os seus empregadores para a redução da carga horária e de seus salários durante a crise sanitária.

Na última quarta-feira, dia 24 de março de 2021, em uma audiência que foi realizada na Câmara dos Deputados, o atual Ministro da Cidadania, João Roma, declarou que o valor das novas parcelas do Auxílio Emergencial está “muito distante do ideal”.

Nas palavras do ministro: “O valor do novo Auxílio Emergencial está muito distante do que seria o ideal para aqueles brasileiros que estão passando por dificuldades. Dificuldades de ir e vir. Dificuldades para sair e ganhar o sustento da sua família, passando por privações. Então, este é um momento que deve ser de muita cooperação e serenidade”. Lembrando que o ministro João Roma é justamente o comandante da pasta cuja maior responsabilidade em tempos de pandemia está centrada nos pagamentos do auxílio.

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