As Guerras Árabe-Israelenses marcaram profundamente a história do Oriente Médio no século XX, articulando disputas territoriais, rivalidades regionais, intervenções internacionais e redefinições geopolíticas. Nesta segunda parte, o foco recai sobre conflitos como a Crise de Suez, a Guerra dos Seis Dias e a Guerra do Yom Kippur, além de seus desdobramentos diplomáticos e estratégicos.
Para resolver as questões, é importante relacionar causas imediatas e estruturais, mudanças territoriais, atuação das superpotências e impactos sobre palestinos, israelenses e países árabes. As perguntas abaixo exigem leitura atenta e domínio histórico, com ênfase na interpretação crítica dos acontecimentos.
Questões sobre as Guerras Árabe-Israelenses – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correto. A nacionalização do Canal de Suez foi o estopim da crise de 1956.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correto. A crise mostrou o declínio europeu e elevou o peso político de Nasser.
Comentários por alternativa:
- A) O resultado foi oposto: a crise enfraqueceu o protagonismo colonial britânico e francês no Oriente Médio.
- B) Israel retirou-se do Sinai depois de pressões internacionais; não houve incorporação permanente nesse contexto.
- C) A ONU atuou para conter a escalada, não para legitimar administração conjunta do canal por Israel e França.
- D) Correto. A crise mostrou o declínio europeu e elevou o peso político de Nasser.
- E) O conflito não inaugurou cooperação estável; as tensões árabe-israelenses permaneceram centrais nas décadas seguintes.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correto. Em 1967, Israel ocupou a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, entre outras áreas.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. Em 1967, Israel ocupou a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, entre outras áreas.
- B) A península Arábica não foi ocupada por Israel na Guerra dos Seis Dias.
- C) O sul do Líbano ganharia destaque em conflitos posteriores, não como principal conquista de 1967.
- D) Kuwait e Iraque não foram territórios ocupados por Israel nesse conflito.
- E) O Egito perdeu o Sinai e Gaza, não o delta do Nilo ou Alexandria.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correto. O ataque aéreo preventivo e a vantagem estratégica israelense foram decisivos em 1967.
Comentários por alternativa:
- A) Israel não possuía superioridade demográfica regional, e a guerra foi breve, não longa.
- B) Os países árabes não atuaram com coordenação militar suficiente para impedir a ofensiva israelense.
- C) A ONU não forneceu apoio operacional direto a Israel na guerra de 1967.
- D) O Egito não integrou a OTAN, e essa aliança não estruturou o conflito de 1967.
- E) Correto. O ataque aéreo preventivo e a vantagem estratégica israelense foram decisivos em 1967.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correto. A Resolução 242 associava retirada territorial e segurança para os Estados da região.
Comentários por alternativa:
- A) A resolução não criou imediatamente um Estado palestino em toda a Palestina histórica.
- B) Jerusalém era tema sensível, mas esse não foi o núcleo da Resolução 242.
- C) Correto. A Resolução 242 associava retirada territorial e segurança para os Estados da região.
- D) A ONU não propôs fusão política desses Estados como solução para o pós-1967.
- E) A resolução buscava um arranjo diplomático regional, não o rompimento com o Ocidente.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correto. Egito e Síria lançaram uma ofensiva para tentar reverter perdas de 1967.
Comentários por alternativa:
- A) A guerra começou com ofensiva egípcia e síria, não com ataque preventivo israelense.
- B) Correto. Egito e Síria lançaram uma ofensiva para tentar reverter perdas de 1967.
- C) Israel não ocupou Cairo nem Damasco durante a guerra de 1973.
- D) Camp David foi assinado depois, em 1978, não antes da guerra.
- E) O conflito não resolveu de imediato a questão do Sinai nem concluiu reconhecimento diplomático conjunto.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correto. O conflito de 1973 se relacionou diretamente ao embargo do petróleo e à crise energética.
Comentários por alternativa:
- A) A sede da ONU permaneceu em Nova York; Jerusalém não recebeu essa função.
- B) A OPEP não foi dissolvida nesse contexto; sua influência se ampliou com a crise.
- C) Não houve ocupação soviética desses estreitos como consequência da guerra.
- D) Não ocorreu unificação política entre esses países após 1973.
- E) Correto. O conflito de 1973 se relacionou diretamente ao embargo do petróleo e à crise energética.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correto. O Egito passou a priorizar a via diplomática para recuperar o Sinai.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. O Egito passou a priorizar a via diplomática para recuperar o Sinai.
- B) A aproximação não decorreu de integração militar soviética entre os dois países.
- C) Não houve reconhecimento conjunto egípcio-sírio da anexação da Cisjordânia nesse processo.
- D) Israel manteve forte vínculo com os EUA, e o Egito aderiu ao processo de paz.
- E) Não foi criado governo palestino compartilhado entre Egito e Israel nesse contexto.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correto. A ocupação de 1967 ampliou a centralidade da questão palestina no conflito.
Comentários por alternativa:
- A) Os territórios ocupados tornaram-se mais centrais, não menos, nas negociações posteriores.
- B) As organizações palestinas ganharam projeção, e o debate sobre autodeterminação se intensificou.
- C) A situação dos refugiados permaneceu tensa e longe de solução consensual.
- D) Correto. A ocupação de 1967 ampliou a centralidade da questão palestina no conflito.
- E) Não houve reconhecimento imediato de um Estado palestino nesse pós-guerra.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correto. 1967 expandiu a ocupação israelense; 1973 ajudou a abrir caminho para novas negociações.
Comentários por alternativa:
- A) A guerra de 1973 teve fortes repercussões diplomáticas e econômicas internacionais.
- B) Os resultados foram diferentes tanto militarmente quanto no plano diplomático.
- C) Correto. 1967 expandiu a ocupação israelense; 1973 ajudou a abrir caminho para novas negociações.
- D) 1967 não fortaleceu controle egípcio do canal, e 1973 não encerrou a disputa por Jerusalém.
- E) As fronteiras seguiram contestadas, e os EUA ampliaram seu protagonismo nas mediações posteriores.











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