A administração colonial no Brasil Colônia envolveu mecanismos de controle político, fiscal, militar e judicial criados pela Coroa portuguesa para organizar a ocupação e garantir a exploração econômica do território. Compreender esse funcionamento exige relacionar cargos, instituições e conflitos entre interesses locais e metropolitanos.
Nesta segunda série de questões, o foco recai sobre estruturas como governo-geral, câmaras municipais, capitanias, ouvidorias, sistema fazendário e formas de centralização régia. As perguntas exigem atenção às funções específicas de cada órgão e às mudanças administrativas ocorridas dentro do contexto colonial brasileiro.
Questões sobre Administração colonial – parte 2
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correto. O Governo-Geral buscou centralizar a administração e articular defesa, justiça e arrecadação na colônia.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correto. As câmaras cuidavam de assuntos locais e eram dominadas pelas elites coloniais.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. A participação não era ampla; predominavam proprietários reconhecidos como homens bons.
- B) Incorreta. Não concentravam comando militar permanente nem funções eclesiásticas gerais da colônia.
- C) Incorreta. As câmaras não tinham essa função de fiscalização intercapitanias nem atuação diplomática.
- D) Correto. As câmaras cuidavam de assuntos locais e eram dominadas pelas elites coloniais.
- E) Incorreta. As câmaras possuíam autonomia limitada e permaneciam submetidas à ordem colonial portuguesa.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correto. O ouvidor-geral era autoridade ligada à justiça e ao encaminhamento de processos.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. O ouvidor-geral era autoridade ligada à justiça e ao encaminhamento de processos.
- B) Incorreta. Cargos eclesiásticos não eram definidos por essa autoridade judicial.
- C) Incorreta. Recrutamento naval não correspondia ao núcleo da função do ouvidor-geral.
- D) Incorreta. Controle de preços e exportações não era tarefa central do ouvidor-geral.
- E) Incorreta. A cobrança de tributos não definia a função principal dessa autoridade.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correto. A Coroa delegou funções a donatários, mantendo a soberania sobre o território colonial.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. As capitanias não tinham soberania política autônoma em relação à monarquia portuguesa.
- B) Incorreta. O sistema não foi criado para ampliar representação política da população colonial.
- C) Incorreta. O sistema não nasceu centralizado; o Governo-Geral veio depois para coordenar melhor.
- D) Incorreta. A finalidade inicial era colonizar e explorar, não arbitrar conflitos internacionais.
- E) Correto. A Coroa delegou funções a donatários, mantendo a soberania sobre o território colonial.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correto. A ampliação institucional atendia ao controle da arrecadação e da ordem colonial.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Na prática colonial, justiça e administração mantinham forte articulação.
- B) Incorreta. Governadores continuaram relevantes na estrutura administrativa colonial.
- C) Correto. A ampliação institucional atendia ao controle da arrecadação e da ordem colonial.
- D) Incorreta. A medida visava reforçar o poder régio, não transferi-lo à nobreza rural.
- E) Incorreta. O interesse da Coroa era ampliar, e não reduzir, a fiscalização fiscal.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correto. A Provedoria da Fazenda estava ligada à administração fiscal e patrimonial da Coroa.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Catequese e aldeamentos relacionavam-se mais à ação missionária do que à fazenda régia.
- B) Correto. A Provedoria da Fazenda estava ligada à administração fiscal e patrimonial da Coroa.
- C) Incorreta. Comércio interno e sesmarias não resumem a função fazendária desse órgão.
- D) Incorreta. Defesa marítima não correspondia ao papel central da Provedoria da Fazenda.
- E) Incorreta. Julgamento de recursos era função de instâncias judiciais, não fazendárias.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correto. As câmaras articulavam o governo local e os interesses das elites proprietárias.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Não eram parlamentos imperiais compostos por enviados metropolitanos.
- B) Incorreta. A arrecadação metropolitana não se concentrava nelas de forma geral.
- C) Incorreta. Não possuíam jurisdição superior sobre toda a colônia.
- D) Incorreta. Governadores e câmaras tinham funções distintas dentro da administração colonial.
- E) Correto. As câmaras articulavam o governo local e os interesses das elites proprietárias.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correto. A administração colonial articulou centralização régia e poderes locais em constante negociação.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. A administração colonial articulou centralização régia e poderes locais em constante negociação.
- B) Incorreta. Governadores mantiveram relevância e o rei preservou autoridade decisiva.
- C) Incorreta. A Coroa não reconheceu plena autonomia política às vilas coloniais.
- D) Incorreta. Houve conflitos e redefinições frequentes na prática administrativa colonial.
- E) Incorreta. Centralização ligava-se a defesa, receita e controle político da colônia.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correto. O capitão-mor costumava exercer comando militar e atribuições administrativas locais.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. Diplomacia internacional não era atribuição típica do capitão-mor colonial.
- B) Incorreta. A esfera eclesiástica seguia outra hierarquia institucional.
- C) Incorreta. Política cambial cabia à administração metropolitana, não a esse cargo.
- D) Correto. O capitão-mor costumava exercer comando militar e atribuições administrativas locais.
- E) Incorreta. Tribunais superiores não eram presididos por capitães-mores.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correto. As reformas respondiam à expansão colonial e ao interesse régio em controlar melhor a colônia.
Comentários por alternativa:
- A) Incorreta. O sentido predominante não era federativo, mas de reforço do controle régio.
- B) Incorreta. A administração colonial não tinha como prioridade a industrialização interna.
- C) Correto. As reformas respondiam à expansão colonial e ao interesse régio em controlar melhor a colônia.
- D) Incorreta. As reformas não transferiam soberania prática estável às elites locais.
- E) Incorreta. Arrecadação e defesa eram centrais nas reorganizações administrativas coloniais.










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