As depressões do relevo brasileiro correspondem a áreas rebaixadas em relação às formas vizinhas, sem que isso signifique, necessariamente, altitudes baixas absolutas. No estudo geomorfológico do Brasil, elas são interpretadas sobretudo como compartimentos moldados por longo desgaste erosivo, frequentemente situados entre planaltos, serras, chapadas ou bordas de bacias sedimentares.
No território brasileiro, a identificação dessas áreas exige observar a classificação relativa do relevo e reconhecer exemplos importantes, como depressões periféricas, marginais e interplanálticas. Resolver questões sobre esse tema implica diferenciar conceito, origem e localização das principais áreas deprimidas, evitando confusões com outros usos da palavra depressão fora da Geografia física.
Questões sobre Depressões do relevo brasileiro
Questão 01
Gabarito: alternativa B). Correto. Depressão é um compartimento relativamente rebaixado, em geral modelado por erosão.
Questão 02
Gabarito: alternativa D). Correto. O desgaste erosivo prolongado é a explicação predominante para essas formas no Brasil.
Comentários por alternativa:
- A) A glaciação moderna não é processo formador central do relevo brasileiro atual.
- B) Sedimentação tende a construir superfícies deposicionais, mais associadas a planícies e bacias.
- C) O vulcanismo não explica de modo geral as principais depressões brasileiras.
- D) Correto. O desgaste erosivo prolongado é a explicação predominante para essas formas no Brasil.
- E) Dobramentos modernos não são a base explicativa das depressões do Brasil.
Questão 03
Gabarito: alternativa A). Correto. A depressão periférica aparece junto às bordas de bacias, entre compartimentos mais elevados.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. A depressão periférica aparece junto às bordas de bacias, entre compartimentos mais elevados.
- B) Isso remete a relevos montanhosos jovens, pouco relacionados à classificação brasileira tradicional.
- C) Divisores topográficos elevados caracterizam áreas altas, não compartimentos deprimidos.
- D) Essa descrição combina melhor com planícies costeiras deposicionais.
- E) Topos tabulares elevados correspondem a planaltos ou chapadas, não depressões periféricas.
Questão 04
Gabarito: alternativa E). Correto. O essencial é o rebaixamento relativo em relação ao entorno.
Comentários por alternativa:
- A) O clima interfere nos processos, mas não define por si a categoria do relevo.
- B) Proximidade do nível do mar e sedimentação recente não definem depressão geomorfológica.
- C) A litologia influencia, mas não estabelece sozinha o conceito de depressão.
- D) Endorreísmo não é critério definidor das depressões no Brasil.
- E) Correto. O essencial é o rebaixamento relativo em relação ao entorno.
Questão 05
Gabarito: alternativa C). Correto. A Depressão Sertaneja e do São Francisco é um exemplo clássico de área deprimida.
Comentários por alternativa:
- A) Serra do Mar e Mantiqueira são áreas elevadas, não deprimidas.
- B) O Pantanal é classificado principalmente como planície, ligada à deposição.
- C) Correto. A Depressão Sertaneja e do São Francisco é um exemplo clássico de área deprimida.
- D) Chapadas são formas planálticas, geralmente elevadas e tabulares.
- E) O Planalto Meridional é compartimento planáltico, não depressão.
Questão 06
Gabarito: alternativa B). Correto. A diferença principal está na posição entre planaltos ou junto a bordas estruturais.
Comentários por alternativa:
- A) Depressões não são definidas por deposição recente nem por ausência de rebaixamento.
- B) Correto. A diferença principal está na posição entre planaltos ou junto a bordas estruturais.
- C) Faixa costeira marinha e interior semiárido não definem essa diferença classificatória.
- D) Dobramentos recentes e subsidência intensa não explicam essa tipologia brasileira.
- E) Topos tabulares e planícies aluviais pertencem a outras formas de relevo.
Questão 07
Gabarito: alternativa E). Correto. O reconhecimento passa pelo rebaixamento relativo e pela erosão predominante.
Comentários por alternativa:
- A) Isso descreve relevo montanhoso tectônico, distante da situação brasileira usual.
- B) Superfícies inundáveis recentes caracterizam melhor planícies fluviais.
- C) Vulcanismo ativo não é critério geral para depressões brasileiras.
- D) Acumulação litorânea pertence ao domínio das planícies costeiras.
- E) Correto. O reconhecimento passa pelo rebaixamento relativo e pela erosão predominante.
Questão 08
Gabarito: alternativa A). Correto. Essa depressão periférica aparece como faixa rebaixada junto à borda da bacia.
Comentários por alternativa:
- A) Correto. Essa depressão periférica aparece como faixa rebaixada junto à borda da bacia.
- B) Cuiabana não é superfície litorânea nem ligada a restingas.
- C) A ideia de cadeia montanhosa interna não corresponde à noção de depressão.
- D) Chapadas altas e pouco desgastadas não definem a Depressão do Araguaia.
- E) A Sertaneja e do São Francisco não é planície recente de inundação.
Questão 09
Gabarito: alternativa D). Correto. A depressão periférica está ligada ao rebaixamento junto às bordas de bacias.
Comentários por alternativa:
- A) Cadeia serrana tectônica não equivale a depressão relativa.
- B) Planície aluvial é forma deposicional, não depressão interplanáltica.
- C) Topo tabular elevado corresponde a chapadas e planaltos sedimentares.
- D) Correto. A depressão periférica está ligada ao rebaixamento junto às bordas de bacias.
- E) Superfície litorânea sedimentar define planície costeira, não depressão absoluta.
Questão 10
Gabarito: alternativa C). Correto. A síntese reúne conceito, origem erosiva e posição relativa das depressões.
Comentários por alternativa:
- A) Sedimentação recente e localização costeira remetem mais a planícies.
- B) Formas elevadas de topos planos correspondem a planaltos ou chapadas.
- C) Correto. A síntese reúne conceito, origem erosiva e posição relativa das depressões.
- D) Vulcanismo moderno e drenagem endorreica não definem as depressões brasileiras.
- E) Não são exclusivas do interior nem resultam principalmente de dobramentos recentes.









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