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Home Redação

Proposta de Redação: Expectativas de mudanças já sinalizadas pela ministra Cármen Lúcia

22 de junho de 2017
em Redação

Proposta de Redação: Expectativas de mudanças já sinalizadas pela ministra Cármen Lúcia e desejadas pelo povo brasileiro; após tantos casos de corrupção e privilégios políticos à custa de altos impostos à população.

Proposta de Redação: Expectativas de mudanças já sinalizadas pela ministra Cármen Lúcia

Esta proposta fez parte do Vestibular da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP; edição 2017.

Texto 1

Recado dado ao STF

Editorial Folha de S.Paulo, 13 set. 2016

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Poucas vezes a posse de um presidente do Supremo Tribunal Federal se revestiu de tanto simbolismo quanto a de Cármen Lúcia, cuja chegada ao comando do órgão de cúpula do Judiciário se consumou nesta segunda-feira (12).

Em uma cerimônia simples, a ministra quebrou o protocolo já no início de seu discurso. Em vez de cumprimentar primeiro o presidente da República, Michel Temer (PMDB), Cármen Lúcia considerou que a maior autoridade presente era “Sua Excelência, o povo” – e, por isso, saudou antes de todos o “cidadão brasileiro”.

Partisse de outrem, o gesto talvez pudesse ser considerado mero populismo; vindo da nova presidente do STF, guarda coerência com outras iniciativas de valor simbólico semelhante, como abrir mão de carro oficial com motorista ou dispensar a festa em sua própria posse.

Como se pudesse haver dúvidas a respeito disso, Cármen Lúcia deixa clara a intenção de, no próximo biênio, conduzir o STF com a mesma austeridade que pauta sua conduta pessoal.
“Privilégios são incompatíveis com a República”, disse a esta Folha no ano passado. É de imaginar, assim, que a nova presidente de fato reveja uma das principais bandeiras da agenda corporativista de seu antecessor,  Ricardo Lewandowski: o indefensável aumento salarial para os ministros do Supremo.

Não há de ser esse o único contraste entre as gestões. Espera-se que Cármen Lúcia moralize os gastos com diárias de viagens oficiais no STF; amplie a transparência e a previsibilidade das decisões do Judiciário e, acima de tudo, resgate o papel disciplinar do Conselho Nacional de Justiça, esvaziado sob a batuta de Lewandowski.

Desfrutando de sólida reputação no meio jurídico, a ministra suscita altas expectativas ainda por outro motivo: ela relatou o processo do ex-deputado federal Natan Donadon; condenado por desvio de dinheiro público e primeiro político a ter sua prisão determinada pelo STF desde a promulgação da Constituição de 1988. Daí por que o ministro Celso de Mello se sentiu à vontade para, antes do discurso de Cármen Lúcia, proferir palavras duríssimas contra “os marginais da República; cuja atuação criminosa tem o efeito deletério de subverter a dignidade da função política
e da própria atividade governamental”.

No plenário do Supremo, diversos figurões da política investigados ou processados por crimes contra o patrimônio público apenas ouviam, constrangidos. Que o recado da gestão Cármen Lúcia possa ir além do plano simbólico De Caetano a Guimarães Rosa, veja as referências de Cármen Lúcia em seu discurso de posse.

Texto 2

POR LUMA POLETTI | 13/09/2016 10:00

Ao longo de seu discurso de posse, a ministra Cármen Lúcia, que assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira (12), citou trechos de canções de Caetano Veloso, Titãs, além de versos de Cecília Meirelles, Carlos Drummond de Andrade, Paulo Mendes Campos e fez menção a Riobaldo, personagem de Grande Sertão: Veredas, clássico de Guimarães Rosa e uma das mais.

A escolha das referências musicais da ministra dá pistas sobre sua visão acerca do atual momento sociopolítico. Citando o cantor e compositor Caetano Veloso, presente na sessão – que interpretou em voz e  violão o hino nacional – Cármen Lúcia concordou que “alguma coisa está fora da ordem”.

“Caetanos e não caetanos deste Brasil tão plural concluem em uníssono: alguma coisa está fora de ordem, fora da nova ordem mundial”, disse a ministra. “O que nos cumpre, a nós servidores públicos em especial, é questionar e achar resposta: de qual ordem está tudo fora…”, acrescentou. O cantor já se posicionou contra o governo do
presidente Michel Temer, nos bastidores da cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016.

A nova presidente do STF também citou a música “Comida”, da banda Titãs. “Cumpre-nos dedicar-nos de
forma intransigente e integral a dar cobro ao que nos é determinado pela Constituição da República e que de
nós é esperado pelo cidadão brasileiro, o qual quer saúde, educação, trabalho, sossego para andar em paz
por ruas, estradas do país e trilhas livres para poder sonhar além do mais. Que, como na fala do poeta da
música popular brasileira, ninguém quer só comida, quer também diversão e arte”.

Um dos compositores da canção citada é Arnaldo Antunes, que também se posicionou contra o impeachment de Dilma Rousseff nas redes sociais.

Versos

Cármen Lúcia também citou versos da escritora Cecília Meireles, ao dizer que “liberdade é um sonho que
o mundo inteiro alimenta” – da obra Romanceiro da Inconfidência, lançada em 1953.
“Se, no verso de Cecília Meireles, a liberdade é um sonho, que o mundo inteiro alimenta, parece-me ser a

Justiça um sentimento, que a humanidade inteira acalenta”, discursou a ministra.
Mais adiante em seu discurso, Cármen Lúcia fez menção a um personagem do livro Grande Sertão: Veredas, do escritor mineiro (tal como a ministra) Guimarães Rosa.

“Riobaldo afirmava que ‘natureza da gente não cabe em nenhuma certeza’. Mas parece-me que a natureza da gente não se aguenta em tantas incertezas. Especialmente quando o incerto é a Justiça que se pede e que se espera do Estado”, disse a nova presidente do STF.

Em seguida, outro escritor mineiro foi lembrado por Cármen Lúcia. “Em tempos cujo nome é tumulto escrito em pedra, como diria Drummond, os desafios são maiores. Ser difícil não significa ser impossível. De resto, não acho que para o ser humano exista, na vida, o impossível”, disse a ministra, em referência ao poema “Nosso tempo”, do escritor mineiro.

A sucessora de Ricardo Lewandowski concluiu o discurso citando um terceiro escritor mineiro: Paulo Mendes Campos. “O Judiciário brasileiro sabe dos seus compromissos e de suas responsabilidades. Em tempo de dores multiplicadas, há que se multiplicarem também as esperanças, à maneira da lição de Paulo Mendes Campos”, disse Cármen Lúcia, em referência ao “Poema Didático”, de Paulo Mendes Campos.

Disponível em: http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/de-caetano-a-guimaraes-rosa-vejaas-referencias-de-carmen-lucia-em-seu-discurso-de-posse/ . Acesso em: 26 set.2016. [Adaptado]

Considerando os textos motivadores e seus conhecimentos prévios sobre a situação por que tem passado o Brasil, construa um texto dissertativo-argumentativo que apresente seu ponto de vista em relação a, pelo menos, duas expectativas de mudanças já sinalizadas pela ministra Cármen Lúcia e desejadas pelo povo brasileiro.

Sustente seu posicionamento com argumentos relevantes e convincentes, articulados de forma coesa e coerente. Dê um título ao texto.

Seu trabalho será avaliado de acordo com os seguintes critérios: espírito crítico, adequação do texto ao  desenvolvimento do tema, estrutura textual compatível com o texto dissertativo-argumentativo e emprego da modalidade escrita formal da língua portuguesa.

Dicas de Estudo Enem e Vestibulares:

–Dicas de Estudo para Biologia;

–Dicas de Estudo para Física;

–Dicas de Estudo para Química;

–Dicas de Estudo para Matemática;

-Dicas Ciências da Natureza;

-Dicas Barragem de Mariana;

–Acesse dicas de Redação para treinar sua escrita e argumentos.

-Acesse dicas referentes aos diversos cursos de graduação e escolha sua profissão.

Veja os principais vestibulares seriados das universidades brasileiras.

Informações Sisu – Sistema de Seleção Unificada

–Notas de corte por área de conhecimento;

-Consulte a concorrência Sisu edição 2017;

–Acesse as notas de corte Medicina Sisu 2017-1

–Consulte as notas de corte Medicina Sisu 2017-2

Acesse outros vestibulares que estão disponíveis nas diversas Instituições Brasileiras.

Conheça as Universidades e Institutos Federais de Educação que utilizam o Sisu para ingresso em seus diversos cursos.

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